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Compreensão de Texto 6º Ano

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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

REBECA ANDRADE COMEÇOU CARREIRA EM PROJETO SOCIAL DE GUARULHOS (Adaptado)

'Daianinha de Guarulhos', como ficou conhecida em referência a Daiane dos Santos, fez história nesta quinta-feira (29), em Tóquio. Ela treinou por 5 anos em projeto social de iniciação ao esporte no Ginásio Bonifácio Cardoso.

     A ginasta Rebeca Andrade, de 22 anos, que fez história nesta quinta-feira (29) ao levar uma medalha de prata nas Olimpíadas de Tóquio, iniciou a carreira no projeto social Iniciação Esportiva, da Prefeitura de Guarulhos, na Grande São Paulo.

    Lá, ela ganhou o apelido de "Daianinha de Guarulhos", em referência a Daiane dos Santos, vencedora de nove medalhas de ouro em campeonatos mundiais no solo entre 2003 e 2006. Ela chegou a conhecer Daiane na ocasião.

     Rebeca, que é atleta do Flamengo, conquistou vaga em três finais, incluindo a do solo, em que se apresenta ao som do funk "Baile de favela". Na Olimpíada de Paris, na França, Rebeca participará individualmente e em equipe e certamente trará uma medalha ao Brasil. Estamos torcendo!!

 

 O texto possui a finalidade de

ensinar

conscientizar

informar

convencer

2.

MATCH QUESTION

1 min • 1 pt

Combine os verbos e seus tempos

futuro

é

presente

treinou

presente

participará

pretérito perfeito

estamos

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

REBECA ANDRADE COMEÇOU CARREIRA EM PROJETO SOCIAL DE GUARULHOS (Adaptado)

'Daianinha de Guarulhos', como ficou conhecida em referência a Daiane dos Santos, fez história nesta quinta-feira (29), em Tóquio. Ela treinou por 5 anos em projeto social de iniciação ao esporte no Ginásio Bonifácio Cardoso.

     A ginasta Rebeca Andrade, de 22 anos, que fez história nesta quinta-feira (29) ao levar uma medalha de prata nas Olimpíadas de Tóquio, iniciou a carreira no projeto social Iniciação Esportiva, da Prefeitura de Guarulhos, na Grande São Paulo.

    Lá, ela ganhou o apelido de "Daianinha de Guarulhos", em referência a Daiane dos Santos, vencedora de nove medalhas de ouro em campeonatos mundiais no solo entre 2003 e 2006. Ela chegou a conhecer Daiane na ocasião.

     Rebeca, que é atleta do Flamengo, conquistou vaga em três finais, incluindo a do solo, em que se apresenta ao som do funk "Baile de favela". Na Olimpíada de Paris, na França, Rebeca participará individualmente e em equipe e certamente trará uma medalha ao Brasil. Estamos torcendo!!

 

 

O trecho que contém a informação principal da notícia é:

“Ela treinou por 5 anos em projeto social de iniciação ao esporte...”

“Rebeca, que é atleta do Flamengo, conquistou vaga em três finais...”

“Ela chegou a conhecer Daiane na ocasião.”

“... como ficou conhecida em referência à Daiane dos Santos...”

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

REBECA ANDRADE COMEÇOU CARREIRA EM PROJETO SOCIAL DE GUARULHOS (Adaptado)

'Daianinha de Guarulhos', como ficou conhecida em referência a Daiane dos Santos, fez história nesta quinta-feira (29), em Tóquio. Ela treinou por 5 anos em projeto social de iniciação ao esporte no Ginásio Bonifácio Cardoso.

     A ginasta Rebeca Andrade, de 22 anos, que fez história nesta quinta-feira (29) ao levar uma medalha de prata nas Olimpíadas de Tóquio, iniciou a carreira no projeto social Iniciação Esportiva, da Prefeitura de Guarulhos, na Grande São Paulo.

    Lá, ela ganhou o apelido de "Daianinha de Guarulhos", em referência a Daiane dos Santos, vencedora de nove medalhas de ouro em campeonatos mundiais no solo entre 2003 e 2006. Ela chegou a conhecer Daiane na ocasião.

     Rebeca, que é atleta do Flamengo, conquistou vaga em três finais, incluindo a do solo, em que se apresenta ao som do funk "Baile de favela". Na Olimpíada de Paris, na França, Rebeca participará individualmente e em equipe e certamente trará uma medalha ao Brasil. Estamos torcendo!!

 

 

Segundo o texto, em que Rebeca Andrade se tornou pioneira no Brasil?

Porque foi a primeira brasileira a competir em uma Olimpíada de ginástica.

Porque venceu Daiane dos Santos em uma competição internacional.

Porque foi a primeira ginasta brasileira a conquistar uma medalha de prata em Olimpíadas.

Porque participou de um projeto social em Guarulhos.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Classifique as palavras “história” e “carreira” quanto à sílaba tônica:

História: paroxítona / Carreira: paroxítona

História: paroxítona / Carreira: proparoxítona

História: oxítona / Carreira: paroxítona

História: paroxítona / Carreira: oxítona

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

A bola - Luís Fernando Veríssimo

        O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.

        O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.

        — Como e que liga? — perguntou.

        — Como, como é que liga? Não se liga.

        O garoto procurou dentro do papel de embrulho.

        — Não tem manual de instrução?

        O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros.

        Que os tempos são decididamente outros.

        — Não precisa manual de instrução.

        — O que é que ela faz?

        — Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.

        — O quê?

        — Controla, chuta…

        — Ah, então é uma bola.

        — Claro que é uma bola.

        — Uma bola, bola. Uma bola mesmo.

        — Você pensou que fosse o quê?

        — Nada, não.

O que o pai pensou ao ver a reação do filho ao presente?

        — Você pensou que fosse o quê?

        — Nada, não.

        O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de bip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.

        O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.

        O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

        — Filho, olha.

        O garoto disse “Legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.

Comédias para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

Que os tempos são decididamente outros

Que o filho não gostou do presente

Que a bola estava estragada

Que precisava comprar outro presente

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

A bola - Luís Fernando Veríssimo

        O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.

        O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.

        — Como e que liga? — perguntou.

        — Como, como é que liga? Não se liga.

        O garoto procurou dentro do papel de embrulho.

        — Não tem manual de instrução?

        O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros.

        Que os tempos são decididamente outros.

        — Não precisa manual de instrução.

        — O que é que ela faz?

        — Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.

        — O quê?

        — Controla, chuta…

        — Ah, então é uma bola.

        — Claro que é uma bola.

        — Uma bola, bola. Uma bola mesmo.

        — Você pensou que fosse o quê?

        — Nada, não.

O que o pai pensou ao ver a reação do filho ao presente?

        — Você pensou que fosse o quê?

        — Nada, não.

        O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de bip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.

        O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.

        O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

        — Filho, olha.

        O garoto disse “Legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.

Comédias para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

Qual é a reação do garoto quando ganha o presente?

Ele agradece, mas não demonstra muito interesse.

Ele fica muito animado e começa a jogar futebol.

Ele chora de emoção.

Ele devolve o presente.

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