Avaliação de desempenho e transversal

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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Em uma empresa de médio porte do setor alimentício, a alta rotatividade dos colaboradores e os constantes relatos de esgotamento mental motivaram a contratação de um psicólogo organizacional. Após analisar o clima organizacional e aplicar instrumentos de avaliação de desempenho baseados em critérios comportamentais, o profissional identificou falhas na comunicação entre liderança e equipe, além da ausência de feedbacks estruturados. Para promover melhorias, o psicólogo implementou um sistema contínuo de coaching, entrevistas de avaliação e criação de metas individuais alinhadas ao plano estratégico da organização.

Com base na situação apresentada, a adoção de um sistema de avaliação de desempenho contínuo contribui para:

Reforçar unicamente os aspectos operacionais do cargo e avaliar os traços de personalidade dos líderes.

Diminuir a responsabilização dos gestores sobre o desenvolvimento dos funcionários, transferindo esse papel ao setor de recursos humanos.

Incentivar a cultura do mérito coletivo, mesmo em contextos de metas e resultados individuais.

Promover uma gestão mais participativa, com foco no desenvolvimento de competências e melhoria da comunicação interpessoal.

Estabelecer avaliações pontuais e punitivas para identificação de falhas críticas em curto prazo.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Durante uma avaliação de desempenho em uma empresa do setor de tecnologia, um psicólogo percebeu que a liderança utilizava escalas de classificação gráficas para julgar a performance dos colaboradores. No entanto, os critérios de avaliação se baseavam em traços subjetivos como “proatividade” e “empatia”, sem vinculação com comportamentos observáveis. Esse tipo de prática causava insatisfação entre os funcionários, que não compreendiam claramente os motivos de suas notas.

Considerando a situação descrita, qual seria uma alternativa mais apropriada para tornar a avaliação de desempenho mais eficaz e justa?

Manter o sistema de escalas gráficas, mas incluir supervisores e subordinados na avaliação.

Substituir os critérios de traços por comportamentos observáveis obtidos a partir da análise do cargo.

Ampliar a avaliação para incluir feedbacks anônimos dos clientes e parceiros comerciais.

Incentivar os líderes a realizar treinamentos periódicos para desenvolver empatia e escuta ativa.

Adotar a autoavaliação como método exclusivo de análise do desempenho.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Uma organização do terceiro setor contratou um psicólogo para desenvolver uma metodologia de avaliação de desempenho voltada a equipes que atuam em comunidades em situação de vulnerabilidade social. Os profissionais, expostos a desafios emocionais intensos, relatavam dificuldade em obter reconhecimento e direcionamento para seu desenvolvimento profissional. A estratégia adotada incluiu entrevistas estruturadas, feedback contínuo e reuniões de alinhamento coletivo para definição de metas.

Essa abordagem caracteriza-se como um modelo de:

Avaliação forçada, focada na comparação entre pares.

Escala gráfica de julgamento de traços emocionais.

Administração por objetivos, com ênfase no desempenho e no alinhamento estratégico.

Observação direta, com aplicação de lista de verificação não estruturada.

Classificação simples baseada no mérito subjetivo do trabalhador.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Em um hospital de grande porte, a equipe de psicologia organizacional observou aumento nos índices de absenteísmo e burnout entre os profissionais da UTI. A avaliação de desempenho vigente era centrada em critérios de resultado, como número de pacientes atendidos e produtividade, sem considerar os aspectos psicossociais. Após análise, optou-se por incorporar indicadores comportamentais e de bem-estar subjetivo no novo modelo avaliativo.

Diante desse contexto, a inclusão de critérios comportamentais e subjetivos visa:

Priorizar resultados financeiros em detrimento do cuidado com o trabalhador.

Reduzir a importância das competências técnicas na avaliação.

Valorizar os aspectos humanos do trabalho e promover intervenções preventivas em saúde mental.

Reforçar práticas de punição e coerção em casos de baixo rendimento.

Substituir completamente as métricas objetivas por percepções emocionais dos colaboradores.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Em uma empresa de serviços financeiros, a psicóloga organizacional propôs a implementação de um sistema de avaliação do desempenho baseado em múltiplas fontes, incluindo autoavaliação, avaliação dos pares e feedbacks dos subordinados. O objetivo era tornar o processo mais democrático e capaz de identificar aspectos relacionais e subjetivos que a liderança isoladamente não captava. Após seis meses, observou-se maior aceitação do processo entre os colaboradores, mas também surgiram resistências dos gestores quanto à legitimidade de avaliações feitas por subordinados.

Nesse contexto, a resistência dos gestores pode estar relacionada principalmente:

À falta de familiaridade com os conceitos da psicologia clínica e suas práticas diagnósticas.

Ao receio de perda de autoridade hierárquica e exposição a críticas sobre sua gestão interpessoal.

À substituição completa da avaliação técnica por critérios emocionais e subjetivos.

À exigência legal de que apenas psicólogos possam conduzir avaliações de desempenho.

Ao uso exclusivo de critérios de resultado e produtividade como padrão organizacional.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Uma startup de tecnologia implementou a prática de avaliação por pares, complementando a análise feita pelo gestor imediato. O psicólogo organizacional responsável observou que os funcionários passaram a expressar maior engajamento e colaboração. Contudo, algumas avaliações evidenciaram julgamentos baseados em afinidade pessoal, o que comprometeu a imparcialidade do sistema.

Esse cenário destaca a necessidade de:

Priorizar apenas a avaliação do supervisor, pois ele tem maior visão do desempenho técnico.

Estimular que os pares avaliem exclusivamente aspectos emocionais dos colegas.

Incorporar critérios objetivos e treinamento dos avaliadores para evitar vieses e distorções.

Substituir a avaliação de pares por autoavaliações sistemáticas.

Utilizar apenas critérios de comparação em pares para reforçar a competitividade.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Durante o processo de avaliação de desempenho de uma equipe que atua em contextos de vulnerabilidade social, a psicóloga responsável percebeu que alguns profissionais apresentavam indicadores de sofrimento psíquico, como desmotivação, irritabilidade e sintomas depressivos. A entrevista de avaliação revelou que os colaboradores não se sentiam acolhidos e não compreendiam os critérios avaliativos utilizados. O sistema vigente era altamente técnico e baseado apenas em metas quantitativas.

Diante disso, a psicóloga deve priorizar como estratégia interventiva:

Reforçar os critérios de produtividade e implementar ranking de desempenho individual.

Propor a substituição da avaliação de desempenho por relatórios clínicos individuais.

Desenvolver um modelo de entrevista avaliativa baseado na escuta ativa e resolução de problemas.

Manter o modelo vigente, mas incluir recompensas extrínsecas para os melhores avaliados.

Reduzir a frequência das avaliações e aplicar questionários anônimos sobre clima organizacional.

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