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Introdução à sociologia brasileira

Authored by Julio Silva

Social Studies

10th Grade

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Introdução à sociologia brasileira
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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

No início da sociologia no Brasil, as preocupações dos estudiosos em entender o Brasil Sociologicamente eram:

Criar teorias que explicassem a situação econômica apenas.

O pensamento Eugenista foi o único que imperou no pensamento sociológico em seu início no Brasil.

a preocupação com o entendimento da sociedade brasileira de uma perspectiva científica e explicar seu atraso frente a outras nações no mundo.

O pensamento racialista, o eugenista apenas.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Em Casa Grande & Senzala, primeira obra da trilogia em que Gilberto Freyre analisa a formação da família patriarcal brasileira, NÃO é possível observar

a discussão sobre a colonização portuguesa no Brasil.

a defesa da ideia de que a interação entre os grupos étnicos teria ocorrido em relativa harmonia, a despeito das relações de poder.

a presença da influência culturalista de uma perspectiva que valoriza traços e práticas culturais dos diferentes grupos que constituem o povo brasileiro.

a noção de que a origem do “atraso” da sociedade brasileira seria a mestiçagem

a ideia de que os altos “índices” de miscigenação observados na sociedade brasileira estariam associados à capacidade de adaptação do empreendedor português, quando comparado a outros povos colonizadores.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Dentre as várias interpretações sobre a brasilidade, destaca-se aquela que atribui a nós, brasileiros, os recursos do jeitinho, da cordialidade e da malandragem.

Na perspectiva de Sérgio Buarque de Holanda isso significa:

a manifestação prática do processo de miscigenação que combinou elementos genéticos pouco inclinados ao trabalho.

a consagração do fracasso nacional representado pela incapacidade de desenvolver formas capitalistas de relações sociais.

inovação de um estilo especial de se resolver os próprios problemas, que tem sua origem nas tradições ibéricas.

a materialização da oposição popular ao trabalho e ao imperialismo europeu, como característica de resistência de classe.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

A formação do Brasil e a identidade do brasileiro foram bastante discutidas no início do século XX pelos sociólogos brasileiros Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda e Caio Prado Júnior. A respeito das análises de Freyre, em seu livro “Casa Grande e Senzala”, é correto afirmar:

Criou uma tipologia para estudar a formação do Brasil e do brasileiro, dando ênfase explicativa ao tipo aventureiro do português em detrimento do tipo semeador.

Fez um estudo da colonização portuguesa, descrevendo a formação da família patriarcal brasileira, dando especial importância à miscigenação como traço cultural.

Observou que a cordialidade do povo brasileiro lhe dificultava o reconhecimento da moderna impessoalidade nas relações sociais.

Utilizou o materialismo dialético como chave explicativa dos fatos sociais que condicionavam o destino do país.

Tratou da decadência do patriarcado rural e do crescimento das elites urbanas no Brasil.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 1 pt

Em 1936, Sérgio Buarque de Holanda lança uma de suas mais famosas obras, Raízes do Brasil, em que sustenta um de seus mais conhecidos conceitos: “o homem cordial”. De maneira geral, tal conceito exprime a ideia de que:

a cordialidade, que se manifesta na esfera privada, quando transportada para a esfera pública, redunda em patrimonialismo, patriarcalismo e naturalização do nepotismo.

o estereótipo brasileiro, calcado na tríade “futebol, carnaval e samba”, é falso e incoerente diante dos conflitos sociais existentes no passado

o catolicismo brasileiro, desde a colônia, se caracterizou pelo convívio pacífico com manifestações religiosas oriundas da África e das comunidades indígenas.

o brasileiro é cordial e pacífico, avesso aos movimentos contestatórios, o que pode ser comprovado pela ausência de conflitos sociais em sua história.

a miscigenação tornou a população brasileira dotada de traços de tolerância e convívio com as diferenças sociais, tendência expressa no mote “democracia racial”.

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